Blog de ana valquiria


05/12/2009


Sala de Redaçao

Amanhã, ao cair do pingo do meio dia, o diretor e radialista da Rádio Princesa do Vale, Lucílio Filho entrevistará o pré candidato a deputado estadual pelo Vale do Açu, Juscelino França.

 

Lucílio, que há pouquíssimos meses se cansou de ter folga dominical, arrumou uma brecha na grade de programação da emissora e aí, resgatou o Sala de Redação. Esse resgate propiciou aos ouvintes da Rádio Princesa um pouco de informação, explicação... do que acontece na terrinha, também aos domingos.

 

E amanhã Lucilio Filho indagará Juscelino França sob as razões que o levaram a aceitar o convite do diretório estadual do PHS para concorrer a uma vaga no legislativo potiguar, bem como quais as propostas, metas... que o pré candidato apresentará para os eleitores do Vale do Açu a partir de... amanhã.

Escrito por Ana Valquiria às 18h17
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Edmilson José dos Santos

A REFORMA POLÍTICA QUE O BRASIL PRECISA

 

 

 

1-      Fazer eleição única: Presidente, governadores, prefeitos, senadores, deputados e vereadores ;

2-      Eleger um Congresso Nacional apenas com Senadores, passando dos atuais 83 para 249 Senadores e com salários de 20 salários mínimos.

3-      Acabar com as emendas parlamentares (Governantes enviar projetos p/ os ministérios p/ serem aprovados);

4-      Acabar com as Câmaras de Vereadores, onde quem deveria assumir o papel deles seriam os conselhos municipais, recebendo cada representante 01 Salário mínimo;

5-      Quando um candidato eleger-se para um mandato, não poderá assumir um cargo de confiança. Ex: Ministro, secretário, etc.

6-      Acabar com a reeleição para todos os mandatos e aumentar os mandatos para 08 anos;

7-      Diminuir o número de partidos – ficar apenas 07 partidos;

8-      Aprovar o financiamento para estes 07 partidos;

9-      Acabar com o coeficiente eleitoral;

10-  Implantar o voto distrital de acordo com as micro- regiões do estado ;

11-  Caso continue da maneira como está, os salários dos vereadores, deputados estaduais e federais deveria ser assim: Vereador – 01 representante de cada conselho municipal –01              salário

                                                  Deputados estaduais – 01 para cada micro-região – 05 salários

                                                  Deputados federais – 07 por estado – 10 salários

                                                  Senadores – 03 por estado – 20 salários

                                                  Prefeito – 10 salários

                                                  Governador – 20 salários

                                                  Presidente – 30 salários

 

     Obs: Como são os verdadeiros representantes do povo, porque ganham salários maiores do que os Países do 1º Mundo? Enquanto vários brasileiros precisam de mais empregos e passam fome, sem saúde, educação e segurança pública?

 

12-  Os funcionários dos gabinetes serão concursados;

13-  Cortar o ponto dos vereadores, deputados, senadores sem apresentar atestado ou outra justificativa;

14-  As férias serão de acordo com os trabalhadores brasileiros

      15- Os mandatos dos eleitos passariam para 08 anos, sem reeleição; 

      16-Os Tribunais de Contas da União e dos Estados deverão entrar através de concurso , acabando com as indicações políticas; Como é que os políticos têm várias vantagens e nós trabalhadores, ficamos sem os direitos básicos que cada cidadão tem direito, conforme a Constituição Brasileira?

 

        O que sobra desta redução de salários dar para investir na educação, saúde, habitação,      empregos , saneamento básico,agricultura, segurança pública, etc .

 

        Vamos propor uma reforma política, pois do jeito que está não dar para este País tão rico e com uma desigualdade social muito grande.

 

Escrito por Ana Valquiria às 02h12
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Monaliza Tavares

João Maia reafirma a George Soares seu compromisso com o Vale do Assú

 

O Deputado Federal João Maia participou hoje do evento da Assinatura da Ordem de Serviço para Recuperação de Rodovias Federais do Estado, obra a ser realizada com recursos do Ministério dos Transportes. O ato de assinatura aconteceu na sede do DNIT em Natal e contou com a presença do Vice-Governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), além de vários prefeitos, como o de Florânia, Sinval Laurentino, o de São Miguel do Gostoso, Miguel Teixeira de Ares, o de São Vicente, Dr. Erço, entre outros. Estiveram ainda o Vice prefeito de Jardim de Piranhas, Galbê Maia e diversas lideranças políticas do RN, como o Presidente do PR de Assu e pré candidato a Deputado Estadual, George Soares, além de Ivanilde Mathias do Agreste e o vereador de Caicó, José Maria, entre outros presentes.

A liberação dos recursos para recuperação dessas rodovias foi pleiteada pelo Deputado João Maia que, em seu discurso, declarou que além de recuperar, será garantida a manutenção do pavimento das mesmas em boas condições por dois anos. Também em seu discurso, o Deputado fez questão de lembrar seu compromisso com o Vale do Assú, reafirmando seu empenho e sua luta em prol da obra de construção da entrada da Cidade de Assú e a restauração da Ponte Felipe Guerra – BR 304. George Soares, que esteve presente ao ato, declarou: ”Essa é uma demonstração do compromisso do Deputado João Maia com o RN e todo o Vale do Assú”.

 O Deputado João Maia assegurou hoje a George Soares seu empenho nessa luta, junto ao Ministro dos Transportes Alfredo Nascimento, que é do mesmo partido do deputado e de George, o PR. George disse ao deputado que esteve com o Prefeito Ivan Junior e que ele garantiu que o projeto estava pronto, com todas as alterações feitas, restando apenas ser entregue ao DNIT, onde será protocolado e só então licitado e contratado. 

A ampliação da entrada da nossa cidade é um sonho antigo dos assuenses e uma luta do Prefeito Ivan Jr, que considera essa obra uma das prioridades de seu governo.  O projeto contempla a duplicação e urbanização da principal via de acesso ao centro urbano da cidade. O valor do empreendimento está estimado em cerca de R$ 3 milhões. “Estou aguardando o Prefeito Ivan Jr definir a data para irmos juntos a Brasilia e entregarmos o Projeto com as devidas adequações ao Ministro Alfredo Nascimento e ao Deputado João Maia, e  juntos, podermos concretizar esse grande sonho”, finalizou George.

 

Escrito por Ana Valquiria às 01h51
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03/12/2009


O Carnatal do porco

Nesse carnatal não beije estranhos, se apresente primeiro - A foto é do Robert Doisneau, em 1950, antes da gripe do porco.
Nesse carnatal não beije estranhos, se apresente primeiro – A foto é do Robert Doisneau, em 1950, antes da gripe do porco.

 

*Pablo Capistrano

 A última vez que eu fui a um Carnatal foi em 1994 com meu amigo Adriano Araújo. Lembro que foi no dia da morte de Tom Jobim e a gente resolveu se misturar na multidão e encher a cara. Bebemos o morto em meio a mais absoluta e selvagem folia e transitamos como fantasmas pela turba de alucinados que girava em círculos ao redor do Machadão atrás dos trios elétricos do ashé paradaise daqueles anos antigos.

Essa semana o Carnatal retorna ao nosso mundo urbano de uma forma, vamos combinar, bem diferente. Ou melhor, não é apenas a micareta potiguar, a própria cidade está diferente. Esses anos todos, desde que o primeiro Carnatal ocorreu ainda na Praça Cívica, em Petrópolis, Natal mudou radicalmente e hoje, um evento outrora absolutamente canônico, não parece mexer com o campo magnético da cidade como fazia em 1993 ou 1994.

Com a expectativa da derrubada do Machadão e com as sinistras notícias de um surto generalizado de H1N1 depois da fuzaca, o Carnatal está mais denso esse ano. Os adeptos de teorias conspiratórias falam em mais de vinte mortos por gripe suína na cidade e sobre imorais estratégias de camuflagem de números da saúde para que não se atrapalhe a festa nem se espante os turistas e seus adorados euros em plena abertura de alta estação. Por enquanto não temos indícios de que isso seja realmente verdade, mas se for, seria motivo para se derrubar metade do secretariado da prefeita e da governadora de uma lapada só.

O fato é que a população sente, empiricamente, que vivemos sobre a égide de um tempo de peste. Os planos de saúde que um dia representavam status e a marca de certa estirpe social hoje não fornece mais aquela garantia de segurança sanitária que a classe média acostumou a relacionar com a prestação do seu precioso seguro de saúde. Tentamos ridiculamente criar estratégias de sobrevivência nesse tempo de crise.

Fala-se que o beijo de língua é um dos grandes aliados do H1N1 nesse Carnatal. Nada mais coerente porque, como cantava o Bauhaus no começo dos anos oitenta “a paixão dos amantes é para a morte”. Sim, muito já se falou sobre as relações entre sexo e morte e o beijo de língua todo mundo sabe, é uma espécie muito peculiar de acordo pré-coito. Nesse sentido ele difere fundamentalmente do cheiro no cangote. Cheirar um cangote e beijar de língua são coisas que tem significados absolutamente discrepantes. Um casamento pode durar uma eternidade, por exemplo, se o casal se acostumar religiosamente a cheirar o cangote um do outro todos os dias. Mas o beijo de língua não se sustenta após o arrefecimento hormonal das paixões e das fantasias sexuais. Ele tem uma função muito especifica no cardápio das estratégias de reprodução da espécie para ser sustentáculo de qualquer casamento ou relacionamento mais sólido.

Se o cheiro no cangote denota um misto transcendente de espiritualidade, afeto e amor total, o beijo de língua manifesta de modo selvagem o amor biológico da terra percorrendo de forma mais bruta no corpo dos amantes através de seus fluidos e de suas secreções.

Mas nesse Carnatal, nem o inocente cheiro no cangote nos salvará da gripe do porco. È normal ir ao Carnatal. È normal curtir, nesses três dias, nosso débito com os velhos rituais de procriação de Dionísio e abrir mão dos nossos pudores para cultuar a loucura, o sexo e a morte e deixar à mostra nossos segredos inconscientes revelados pela força do álcool. Somos assim. Humanos, demasiado humanos. È normal… sim, eu sei que é normal. O problema, é que ser normal em uma sociedade doente não é lá um sinal muito confiável de saúde.

 

* Filósofo, professor

Escrito por Ana Valquiria às 12h18
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30/11/2009


Script perfeito!

Pra quem achava que o PT de Assú ainda tinha alguma chance de dar uma guinada rumo a uma direção mais clara e definida, deve perder os últimos lampejos de ilusões que ainda se negava a perder.

 

No último domingo, os sobreviventes petistas foram às urnas para ratificar o nome do vice prefeito de Assú, Alberto Luiz Trigueiro como presidente da legenda no município. Como vice do vice, foi escolhido o secretário da PMA, Paulo Morais.

 

O processo de escolha foi facílimo e ‘muito discutido’: os ‘chefões’ do PT de Assú se reuniram em algum escritório com ar condicionado e... entraram em acordo. Ao final, as correntes mais ‘representativas’ do PT foram contempladas. As outras correntes? Bem, alguns filiados do PT se deram ao trabalho de sair de suas casas e ir ratificar a decisão do escritório. Peraí, não é que alguns petistas saíram sim de casa, mas não para ratificar o vice prefeito e o secretário municipal no comando do PT, mas e principalmente, para dizer que não concordava com ‘tal democracia’. Geennnte, teve voto nulo! Pode um negócio desses?

 

Pois é, o PT do Assú ainda possui alguns sobreviventes que  ainda não desistiram da democracia, ou pelo menos, ainda pensam que fazem parte de um partido que tem a discussão, às claras, como premissa.  

 

Sim, quando foi mesmo que se deu a última reunião para se discutir encaminhamentos, propostas do Partido em Assú?

 

  • Ah, salvo engano, a decisão do vice prefeito de pedir exoneração do cargo de secretário municipal, bem como a nomeação de Paulo Morais como secretário municipal deu-se imediatamente após a decisão que definiu os nomes de Alberto Luiz e Paulo Morais para ‘concorrerem’ a direção do PT assuence. De quebra, outro petista que já era secretário, foi promovido a secretário de administração (a mais importante secretaria do município) e a esposa do  atual presidente, também foi nomeada secretária municipal. Geeennnte, o PT assuence comanda a administração, a assistência social e a área comercial e industrial do município. Sim, também comanda a vice prefeitura e, mais o que mesmo?

 

Difícil descobrir!

 

Mas, contrariando o que meu amigo Jeová Júnior escreveu, e reafirmando o que disse Nelson Rodrigues: toda unanimidade é burra,  e como no PT não existe pessoas burras, alguns foram lá e discordaram do acordado. Tascaram um não ou não tascaram não, o que significa a mesma coisa.  Pessoal inteligente esse! Sabem quantos fizeram isso? 17. Número auspicioso!

 

Escrito por Ana Valquiria às 00h58
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29/11/2009


Como as coisas mudam!!

Lendo alguns jornais e blogs do Vale do Açu nesse final de semana, me deparei com algo que acreditava não mais existir nesse nosso Brasil democrático: o Estado, enquanto instituição pública, convocando trabalhadores para se associarem a entidade classista.

 

Pois é... ledo engano, o meu, claro.

 

Bem, o prefeito de Ipanguaçu, o petista Leonardo Oliveira, resolveu dar uma mãozinha para que os pescadores e artesãos da cidade que administra, bem como os que morem no Vale que queiram sentir-se parte de uma ‘história maior’ venham a se associar num benfazejo sindicato que a Prefeitura de Ipanguaçu anda a capitanear. Pode um negócio desses?

 

Ééé, o bom mesmo é que o prefeito é petista (já pensou se não fosse? Mas... bem, a entidade classista tem objetivos bem amplos e... urgentes. Na primeira assembléia (ontem) a discussão foi longa: estatuto, comissão eleitoral e o principal, discussão de assuntos de interesse dos pescadores e artesãos. Mais amplo e abrangente, impossível.

 

Esses assuntos, além de serem do interesse dos pescadores e artesãos também o são do poder público municipal, do contrário não haveria razão para que a assessoria se desse de forma tão... enfática. E pensar que não faz muito tempo que o PT era veementemente contrário a essa prática. Olha, a entidade que aceitasse um terço desse benfazejo auxilio era taxada de... pelega!!

 

Mas vamos concordar, o Getúlio Vargas utilizou-se dessa prática e governou o Brasil por mais de 15 anos.  Mas Getúlio era progressista, comunista ou socialista? Melhor, ele era democrático?Tá certo, alguém lembra qual é a tendência política do PT? Mais fácil, qual mesmo é a tendência política do PT do Vale do Açu?

 

A continuar nessa pisada, o próximo passo da PMI será fundar uma Ong. Olha, será que esse projeto ainda não está sendo viabilizado?

 

Escrito por Ana Valquiria às 23h49
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Por que... Bateu uma saudade!!!

 

 

Escrito por Ana Valquiria às 18h17
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27/11/2009


Charge do Cláudio Oliveira

 

 

Escrito por Ana Valquiria às 12h52
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24/11/2009


Isso não!!

Assim meio que na metade de janeiro do ano que vem, exatamente na metade do primeiro merecido descanso anual de nossos laboriosos, incansáveis... edis, o prefeito do Assú deverá encaminhar para aprovação na integra (claro), o Código Municipal de Infrações para Transportes Coletivos de Passageiros. Para tanto, deverá convocar (uma malvadeza) a CMA de forma extraordinária. E pra que? Imagine só, apenas para aumentar o já enorme organograma da PMA. A desculpa para a convocação extraordinária? simples: aprovação desse benfazejo Código, o qual já deveria ter sido criado há muito tempo (pelo menos durante os pouquíssimos meses ‘exaustivos’ de trabalho de nossos edis):

 

A forma de operar da PMA é sempre a mesma: aprova uma lei importante e junto, assim que meio colada, cria um monte de cargos comissionados e terceirizados. Foi assim com a badaladíssima Universidade... Esta Universidade tinha parceiros, parceiros... e no final, a merenda escolar, material didático, agentes administrativos, ASGs, fardamento... tudo, tudinho pago pela PMA. Os parceiros? bem, taí uma boa pergunta!

 

Olha que a Universidade não é um caso isolado não. Mas, por que raio a PMA não elabora uma lei para diminuir o número de cargos comissionados? Ou melhor, por que danado não revoga parte daquela bendita lei que criou um bocado de secretarias que não serve para coisa, coisíssima nenhuma? Ah, servem sim, serve para dar emprego a um bocado de políticos decadentes e seus familiares, os quais não conseguem nem se eleger líder de associação de bairro. Aaff.

 

Mas, o Código que deverá interromper o merecido descanso de nossos cansados edis, agora que passou pelo crivo da assessora jurídica. Acreditem, A PMA tem assessoria jurídica, e do quadro (comissionado, claro)!!! Bem, com certeza a minuta deve antes ter passado por algum escritório de advocacia da capital que presta serviços a PMA.

  • A propósito, a secretaria de assistência social contratou um advogado por um pouquinho mais que mil reais. Uma merreca!! Se brincar, ele receberá menos do que seus subordinados. A continuar desse jeito, essa secretaria vai causar uma forte deflação nos contratos da PMA.

 

Bem, o problema todo desse Código é que ele vai interromper o sossego de nossos edis. Isso é uma malvadeza, e graaannnde!! Assuenses, precisamos protestar contra esse abuso. O sossego de nossos amáveis, abnegados... edis deve ser... ser... 'imexivel'.!!!

Escrito por Ana Valquiria às 23h01
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23/11/2009


Alegoria natalina?

A Cidade do Natal resolveu inovar na decoração natalina deste ano. Para tanto, contratou um artista do interior do estado, o qual confeccionou um belo projeto. Aprovado com louvor, chegou à hora da execução.

Bem, mas será que explicaram mesmo ao artista que o projeto era para o ciclo natalino? Geeennnte, pense num negócio esquisito!

A entrada da cidade, nas proximidades da Cidade Satélite, parece mais aqueles arraiás juninos. Mais na frente botaram uns anjos que mais parecem uns pierrôs egípcios e... Bem, pelo andar da carruagem, até a chegada do período carnavalesco, tudo estará montado (como tudo tem seu lado positivo, não haverá necessidade de se mandar confeccionar decoração carnavalesca!).

Pra completar, ainda tem uns parangolés, penduricalhos indecifráveis, sem brilho e luz dependurados nas árvores das avenidas Hermes da Fonseca e Prudente de Morais. Algo esquisito mesmo.

Foto: Márlio Forte

Escrito por Ana Valquiria às 23h16
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22/11/2009


Curtissimas

Limpeza

 

Pra manter o Centro Administrativo Edgar Borges Montenegro bem limpinho, a secretaria de serviços públicos resolveu contratar por apenas seis mil reais uma empresa para garantir que nem mesmo os visitantes do Centro desenvolvam algum tipo de alergia. Salutar como sempre, a secretaria de serviços públicos resolveu dizer que pagaria esse valorzinho a quatro pessoas, de duas vezes. Mas esquisitamente ‘esqueceu-se’ de dizer por quanto tempo deseja que o Centro fique bem limpinho. Mas em se tratando dessa secretaria, não dava para esperar coisa diferente não. Sabe, adoro aquele tapete que fica lá naquele terreno atrás da Igreja de São Cristovão sempre que essa secretaria ‘insiste’ em limpar. Pena que não dar para jogar bola!

 

 Seminário

 Na próxima quinta feira, 26 de novembro, o Sebrae de Assú organizará um Seminário de Finanças Corporativas e Recuperação de Créditos. O Seminário tem um programa voltado para o gerenciamento estratégico da carteira de clientes, com discussão sobre as causas da inadimplência, tipos de devedores, regras preventivas para evitar a inadimplência e outros assuntos de interesse do empresariado. Toda essa discussão ocorrerá no Auditório do Sebrae, a partir das 19 horas e a custo zero. Participem. Em caso de dúvidas ou para maiores informações ligue 84-3331-8300.

  

Cor da moda

 O pessoal do JK resolveu aderir ao roxo. No entanto, tal adesão ao roxo não é mera questão visual não, mas, sobretudo de apêgo, respeito, amor... a Escola estadual Juscelino Kubistchek. No próximo dia 01 de dezembro o JK escolherá seus gestores para o biênio 2010-2012 e a galera resolveu não ser apenas eleitores/espectadores, mas agente de transformação, de avanço de um processo de melhoramento da escola e conseqüentemente, da educação. A onda roxa anda a lavar a alma de um bocado de gente, inclusive mesmo, de situações: Não é que essa onda roxa está a fazer a comunidade escolar do JK  mostrar a cara e mostrar que se preocupa mesmo com a educação em Assú. Mas uma vez, parabéns ao Alderi Dantas pelo sucesso no marketing da campanha de Édila e Graça. Torcer para que no próximo ano a onda se transforme num tsunami que destrua o desânimo, a má vontade... para com a educação nessa Escola.

  

Lavagem de roupa suja

 Os vereadores de Ipanguaçu foram de novo e mais uma vez ao Programa Registrando. Pra variar, eles falaram mal da administração do prefeito petista Leonardo Oliveira. Pra completar, um deles ainda disse que o prefeito divulga o que não faz e é um, um... pouquinho democrático: convida para os eventos, cerca de meia hora antes dos mesmos acontecerem. Peennnse!! Será que os edis de Ipanguaçu são assim tão desocupados? (eles precisam conversar com o edil líder do prefeito de Assú). Bem, o melhor mesmo foi que os edis de Ipanguaçu levaram uma servidora municipal que deseja, anseia, pede... para que o prefeito a atenda e diga se pode ou não implantar o que manda a lei: Plano de Cargos... da educação. A solicitação foi de tanta solicitude, que se o prefeito não atender, é capaz inter dos profissionais entenderem. Aaff, será que os edis e a servidora não poderiam ler o que diz a Lei? Ficaria mais fácil, quem sabe evitaria até a ‘mendicância’. Sim, segundo os edis, Leonardo anda apostando no ‘pra inglês ver’!!!! Será? Bem, as fotos costumam ser bem ‘tiradas’. Ah, teve vereador que levou listinha de obras realizadas pelo prefeito. Geennte, o edil conseguiu adquirir um olho de tandera! Ainda bem que ele esqueceu de levar a espada de Lion. Levou só o olho de Tandera mesmo!!! Mas vamos concordar, os edis de Ipanguassu são por demais passionais. 

 

 

Inversão?

 A cidade do Assú anda a contar com novos policiais, uma belezura de se ver: viaturas novinhas, policiais novinhos e... práticas, ações, abordagens... bem velhinhas! Não é que os novos, novíssimos policiais que circulam, sempre nos veículos novíssimos resolvem de forma assim que meio intempestiva: primeiro abordar, humilhar... depois ai, sim, pede os documentos. Mas, a seqüência não seria inversa? Ah, sem a humilhação, claro. E tinha até quem pensasse que a brutalidade, despreparo dos PMs durante o Assu folia era em razão da peculiaridade do evento.!! E olha,  torcer para que os PMs descubram que eles são responsáveis por manter a segurança na cidade e não o inverso! Aaaf, é difícil se entender isso?

 

 

Escrito por Ana Valquiria às 22h50
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A insuportável liberdade do amor

Não é a classe social, a formação cultural ou a abertura de espírito que capacitam alguém a lidar com o ser desejado

 

*Renato Janine Ribeiro

 

>Euclides da Cunha foi um de nossos maiores intelectuais, por sua coragem de pensar. Quando soube da revolta de Canudos, atribuiu-a aos monarquistas. No sertão da Bahia, percebeu que estava errado. Sua coragem de rever o erro valoriza sua obra-prima, Os Sertões. Mas não teve essa grandeza em sua vida pessoal. Casou-se com a filha de um líder republicano. O casamento, porém, não foi feliz. Ele não deu à jovem Ana o amor que ela queria. Ela se envolveu com o tenente Dilermando de Assis. Sabe-se o final da história. Em agosto de 1909, Ana deixa o marido pela última vez. Euclides invade a casa de Dilermando, gritando que vem matar ou morrer. É morto. Dilermando é absolvido.

Por que evocar essa história - que mostra como um grande intelectual foi tão infeliz em sua vida amorosa - quando o assunto da semana é o pai que se matou com o filho pequeno, ao não suportar o fim do casamento? Porque não é a classe social, a formação cultural ou a abertura de espírito para a ciência que capacitam alguém a lidar com o que é difícil no amor, em especial a rejeição.

A tragédia recente é de um pai que não aguenta viver sem a mulher. É imperdoável ele ter matado o filho, ato cruel e odioso. Mas seu suicídio, como o filicídio, decorrem da dificuldade de aceitar a liberdade no amor, no caso, o direito da mulher a seguir seu rumo.

A liberdade no amor não é fácil. Quando concebi um programa a respeito para a TV Futura (que pode ser baixado em www.futuratec.org.br), alguém me sugeriu tratar de casamentos abertos. Recusei. Nada tenho contra quem é feliz numa relação permanente com eventuais casos paralelos. Mas liberdade no amor não é fazer exceções à relação principal. Liberdade no amor é estar livre no (e não do) casamento. É uma realização com o outro. 

Comecemos pela falta de liberdade no amor, que existe quando não se consegue tratar do que é mais íntimo. Se tenho uma companheira, espera-se que seja a pessoa mais próxima de mim no mundo, e que tenhamos uma aliança, uma cumplicidade. Se não, é porque algo vai mal. Se não conseguirmos conversar a respeito, piora. 

Conversar é uma arte conquistada. Há duas formas de conversa. Uma se desenvolveu na Europa do século 17. É a conversa em sociedade, até mesmo superficial, mas que é condição para o encontro com estranhos ser agradável e a vida social, um prazer. Mas há outra conversa, que é a íntima. Ela inclui assuntos penosos. Um casal pode passar por problemas sexuais, como a redução ou perda do desejo pelo outro. Abordar esse tema é árduo, mas geralmente é melhor fazê-lo antes que um dos parceiros procure uma terceira pessoa. 

O que agrava as coisas é que, hoje, toma-se por sinceridade o que é só agressividade. Alguns acham que "dizer o que vem à cabeça" é o mesmo que abrir o coração. Não é. Com frequência, a primeira resposta a algo difícil é a reação agressiva de quem deseja livrar-se de uma situação incômoda. Ofender o outro não é ser sincero. É, apenas, ofender. 

Que maturidade é preciso para viver a liberdade no amor? Gilberto Gil, ironizando o slogan da ditadura "Brasil, ame-o ou deixe-o", recomendava: "O seu amor/Ame-o e deixe-o/Livre para amar./O seu amor/Ame-o e deixe-o/Ir aonde quiser". Significa aceitar que uma relação de amor é uma relação de certo risco. Não sabemos se e quando pode terminar. Por isso, é preciso investir nela, e o investimento é afetivo. Por isso Euclides, inteligente e corajoso, não foi o marido adequado para uma mulher que queria um homem alegre, o que ele não era. 

O espantoso não é que Euclides, quando não havia divórcio no Brasil e o preconceito era fortíssimo, escolhesse ser assassinado com tanta vida pela frente (pois sabia que Dilermando era bom atirador). O espantoso é que tragédias dessas continuem acontecendo, quando a separação se tornou quase banal, afetando boa parte dos casamentos no mundo. 

Talvez haja aqui algo bem difícil. Uma das maiores realizações que se espera da vida é o encontro de um amor de verdade, intenso, pleno. O problema é que não temos segurança dele. Quanto mais me apaixono, maior o risco de me iludir. A paixão - do grego pathos, que designa a situação em que sou passivo (em oposição à ação) e minha razão fica inibida - não é boa juíza de caráter ou de relações, como tem frisado Flavio Gikovate. O encontro emocional intenso pode dar errado. Sua base pode ser frágil. Por isso, parece necessário cada pessoa construir o sentido de sua vida (seu "eixo") sozinha, e balizar a relação com o outro por essa prévia definição pessoal. O amor apaixonado não substitui minha obrigação de saber quem sou, o que eu desejo, o que vou fazer. Mas, como a paixão não é amor, isso não reduz o sentimento mais profundo pelo outro. Apenas coloca na ordem do dia uma questão que afronta o consumismo afetivo de nosso tempo: a necessidade de converter o entusiasmo passional, que leva ao erro, em amor. A mídia fala muito em paixão, pouco em amor. O amor sempre aparece como algo menor que a paixão. O coração não dispara. Parece coisa de velho. Não assistimos a histórias de amor, só de paixão. Talvez esteja na hora de começarmos a contar histórias de amor, não só de enganos. Aprendemos a viver escutando narrativas. É hora de pensar que "foram felizes para sempre" só é possível com o amor, não com o fulgor passional.

 

*Professor titular de Ética e Filosofia Política da Universidade de São Paulo

- Fonte: O Estadão

Escrito por Ana Valquiria às 21h12
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O aumento do IPTU

O prefeito Gilberto Kassab encaminhou à Câmara Municipal, na última terça-feira, projeto de lei que, se aprovado, altera a Planta Genérica de Valores (PGV) da capital - o que permitirá, com o voto da maioria governista de vereadores, o aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) a partir do ano que vem. Além dos altos porcentuais de elevação do IPTU que foram propostos, o projeto merece reparos, pois é discutível que a mudança traga maior justiça fiscal, como argumenta a administração paulistana para justificá-la.

Conforme os números divulgados pela imprensa, a correção da planta de valores será, em média, de 31%. Mas o reajuste do IPTU chegará a até 357% para imóveis comerciais localizados nas chamadas "áreas nobres" - onde estão os pontos comerciais mais valorizados.

Com base em pesquisas de preços, a Prefeitura definiu valores para cada quarteirão - e, nestes, para cada um dos quatro lados, em vez de estabelecer um só valor para toda a quadra, como era feito antes. Atribuiu, ainda, valores até 90% mais elevados ao metro quadrado de construção, onerando especialmente casas e apartamentos com áreas superiores a 500 m².

A correção da planta de valores é procedimento normal. Também ocorre, neste momento, em Belo Horizonte e Salvador. Mas em São Paulo a planta genérica não é revista desde 2001. O transcurso de tanto tempo, da última revisão para a atualmente proposta, só poderia resultar em reajustes elevadíssimos.

Dos 2,8 milhões de imóveis da capital, 1,046 milhão estará isento do IPTU e pouco mais de 1,7 milhão estará sujeito ao reajuste, sobretudo em bairros como Butantã, Jardins, Lapa, Pinheiros, Itaim, Santo Amaro, Vila Mariana ou na zona leste, como a região próxima do Largo da Concórdia e o Jardim Anália Franco. Mas o número de isentos ainda será menor que o de 2006 (1,1 milhão) e que o de 2000 (1,6 milhão).

"Não é justo uma pessoa beneficiada com investimentos, como o do Metrô, que chegou perto de sua casa, pagar a mesma correção de imposto que o morador de uma área que não recebeu investimentos públicos", argumentou Kassab, em entrevista. A argumentação seria razoável, se o aumento do IPTU refletisse apenas as melhorias urbanas.

A Prefeitura tentou evitar um aumento brutal do IPTU, estabelecendo duas "travas": em 2010, o reajuste será de no máximo 40% para imóveis residenciais e de 60% para imóveis comerciais. Mas esse aumento supera em muito o índice de inflação. E não há garantia de alívio, no futuro, pois 276,1 mil imóveis estariam sujeitos, sem as "travas", a reajustes superiores ao teto - portanto, seus proprietários arcarão com novos aumentos de IPTU nos próximos anos. Desses, 64,4 mil terão reajustes superiores a 70%.

Ao contrário do que afirma o prefeito, o mais provável é que os moradores mais atingidos pelo aumento do IPTU não estejam na classe média alta ou entre os ricos, mas na classe média e média baixa, pois "os imóveis que tiveram maior valorização foram de alto padrão, que não terão o imposto reajustado na mesma medida", acredita o diretor da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), Luiz Paulo Pompéia.

Com o aumento do IPTU, a Prefeitura pretende arrecadar R$ 644 milhões a mais no ano que vem, que o prefeito Kassab promete destinar à área da saúde.

Não há contribuintes que tenham tido salários corrigidos na mesma proporção do aumento do IPTU. A elevação do imposto reduzirá, portanto, a renda disponível dos paulistanos, transferindo-a para a Prefeitura. No limite, haverá casos de proprietários que serão obrigados a vender seus imóveis, por não terem recursos para pagar o IPTU.

Será preciso, ainda, saber como a Prefeitura tratará as inevitáveis reclamações de proprietários sujeitos a situações de "flagrante injustiça" - como os proprietários de imóveis que sofreram desvalorização pela omissão da fiscalização, como é o caso do desrespeito à lei do silêncio, de estacionamentos irregulares ou do uso abusivo de vias tranquilas como rotas de fuga de congestionamentos.

Fonte: O Estadão

Escrito por Ana Valquiria às 13h21
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20/11/2009


O líder liderará!

Enfim, o prefeito do Assú resolveu tomar uma atitude: mudou de líder na CMA. O novo líder é o vereador Carlinhos de Ewerton. Carlinhos é vereador há bastante tempo, já foi presidente da Câmara e mantêm relação cordial com todos os demais vereadores. O líder que saiu, Heliomar Alves, ‘foi-se’ sem deixar saudades, inclusive se deu o direito de não apreciar a cara de felicidade e de regozijo de seus antes liderados com a perda de sua liderança.  O ex líder resolveu sabiamente, não ir ontem a sessão da Câmara. Vamos concordar, foi afago, chamego... demais apenas para saudar o novo líder. Coisa esquisita e quase antiética. Assim tipo, tipo... ‘lavagem de alma’!!

Os sempre solidários, ousados... edis, não pouparam elogios ao novo líder. No entanto, esses elogios mais pareciam um recado ao ex líder: amigos, amigos, negócio... Pois é... Se não se cuidar, terá mais perdas, nada que desfalque muito, mas quem sabe? Ah, será que o ex líder agora vai socializar aquela imensa fatia que controla de cargos comissionados/terceirizados na PMA? Viiixe! Será que nossos altivos... edis terão coragem de pedir alguns desses cargos? Também, são tantos que se socializar uns... vinte desses cargos não vai fazer falta alguma, né não?

O bom mesmo foi que o novo líder já começou a exercer de forma firme, conscienciosa... sua liderança. A partir de agora os alheios, ocupadíssimos... edis deverão ser informados, em primeira mão, sobre as ações que a PMA está porventura a realizar. Têm mais, os secretários deverão dispensar mais, muito mais deferência, respeito... aos edis (a vida de secretário vai piorar e muito, se brincar, alguns não terão nem tempo de assinar um ofício), pois estes ‘precisam’, resolver os problemas da população e... os secretários tem que atende-los. Ave Maria!!

Beemm, vamos torcer para que as reivindicações de nossos nobres... edis sejam pelo menos razoáveis e que estes não esqueçam que o dinheiro é público, ‘inclusive’ ‘da população!!! Traduzindo, vai ficar bem mais fácil ser vereador em Assú e se reeleger, vixe, muito mais fácil!!!

  • Sim, a ‘palestra’ do consultor financeiro da PMA na CMA (audiência pública) foi transferida. Aff. Pelo menos esse adiamento servirá para que o consultor e os curiosos... edis possam pelo menos dar uma olhadinha naquelas tabelas... que falam do que danado o prefeito do Assú pretende realizar nos próximos três anos. Dar tempo até para melhorar aquelas metas, melhor, melhorar não, criar metas pelo menos um pouquinho audaciosas. Aafff, a crise não se prevê, mas a bonança sim. A inversão disso é... triste!! Peeeellloaammmordeedeus!!! Dar tempo de pensar algo mais, mais... arrojado para o Assú, podes crer! Vamos, acreditem, tenham fé, o futuro será melhor. Pensamento positivo!!!!

Escrito por Ana Valquiria às 13h31
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